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26.10.2018 · Vereador Ademir Santana
Vereador Ademir Santana viabiliza verba federal e agora Capital Campo Grande terá Castra móvel
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Em breve Campo Grande será mais uma das cidades a contar com os serviços de um Castra móvel. Trata-se de um avanço histórico para o município mais populoso de Mato Grosso do Sul e com um dos maiores números de animais domésticos que vivem soltos pelas ruas. 

A conquista foi viabilizada por meio de emenda parlamentar que o vereador Ademir Santana solicitou ao deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT/MS). No valor de R$ 150 mil, a emenda foi atendida, incluída no Orçamento Geral da União (OGU). A verba já está disponibilizada na conta da Secretaria Municipal de Saúde para que o prefeito Marquinhos Trad (PSD) tome as providências legais no sentido de utilizá-la, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

O castra-Móvel é um veículo - geralmente do tipo Van - estruturado para os procedimentos de médicos veterinários e serviços públicos de saúde com o objetivo de controlar a população de animais, principalmente cães e gatos, que vivem nas ruas e não têm limites para a procriação. A superpopulação dificulta o controle sanitário e com isso os animais sofrem com problemas de saúde que os afetam e podem causar danos gravíssimos nas pessoas.

Segundo Ademir Santana, trata-se de uma questão impositiva de saúde pública e envolve o bem-estar de pessoas, de animais e do próprio meio ambiente. Ele diz que o investimento ainda é mínimo, mas de singular importância, porque preenche uma imensa lacuna humanista na cidade. Militante ativo da defesa dos direitos dos animais, o vereador destaca o alcance da medida e a necessidade de outras medidas semelhantes de prevenção serem adotadas pelo poder público e por toda a sociedade civil.

Outras cidades, como Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, já adotaram o sistema. A unidade móvel de atenção à saúde animal iniciará suas atividades para atender os bairros da capital em várias etapas. Os especialistas locais recomendam total atenção nos cuidados básicos.

Para maior segurança do animal, durante o procedimento é orientado no pré-cirúrgico que o cão ou gato tenha mais de 6 meses de idade; esteja em jejum de oito horas e líquido de seis horas. No período pós-cirúrgico recomenda-se oferecer água e ração ao animal somente quando o animal estiver totalmente acordado; antibiótico durante sete dias; anti-inflamatório durante três dias e curativo local.

Assessoria do Gabinete

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