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23.06.2022 · Vereador Tiago Vargas
Tiago Vargas critica MP-MS, que pediu prisão de policiais após abordagem a traficantes
mp

Indignado com a ação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MP-MS), o vereador Tiago Vargas (PSD) saiu em defesa dos policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar, durante sessão desta quinta-feira (23), realizada na Câmara Municipal de Campo Grande (MS). O MP proibiu os agentes da Segurança Pública de Mato Grosso do Sul de atuar na região do Jardim Aeroporto e na Vila Popular – região oeste da Capital.

“É a total inversão de valores que estamos presenciando em nosso Estado, pois os traficantes, a bandidagem não querem mais ser incomodados pelas forças de Segurança Pública”, ironizou o vereador.

“Os bandidos e os traficantes estão procurando o Judiciário para terem os seus direitos resguardados, é a banana comendo o macaco. Um absurdo que tem o amparo do Ministério Público, que pediu a prisão de policiais militares do Choque, porque abordaram traficantes”, acrescentou.

O vereador disse ainda que não está mais entendendo nada, pois policiais devem ser presos e os traficantes podem ficar livres para atuar em Campo Grande. Ainda conforme o parlamentar, a Justiça está impedindo que a polícia realize rondas em determinados locais, porque a bandidagem se reuniu e está pedindo apoio do MP-MS.

“Os traficantes não querem ser abordados, eles são canalhas. Temos uma cambada de bandidos em Campo Grande e a polícia tem que tratar eles no cassete, no pau, e se reagir tem que ser bala na cara”, afirmou Tiago Vargas.

O parlamentar aproveitou para parabenizar os policiais do Choque e elogiou o trabalho da Força Policial de Mato Grosso do Sul. “Eu vou homenagear esses policiais, que tiveram os seus direitos restringidos pela Justiça, aqui na Câmara Municipal, vocês tem que ser homenageados”, disse.

O caso

De acordo com divulgação feita pela imprensa, o fato ocorreu porque os policiais abordaram um casal suspeito de trabalhar no tráfico de drogas. Na sequência, os policiais foram até a casa da família dos suspeitos e, segundo eles, os militares foram agressivos e abusaram do poder.

Ainda de acordo com o casal, suspeito de tráfico, havia crianças na casa e, mesmo assim, os integrantes do Choque foram violentos. Dessa forma, os suspeitos, que têm passagem por narcotráfico, de vilões passaram a ser vítimas e denunciaram os militares ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul, que pediu a prisão dos policiais.

Mas o juízo da Auditoria não aceitou o pedido da promotora, que queria a prisão dos agentes da Segurança Pública, e aplicou somente medidas que restringem temporariamente a ação dos quatro servidores públicos estaduais da segurança pública na região. (Fonte-Midiamax)

Assessoria de Imprensa do Vereador 

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