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19.11.2021 · Vereador Ronilço Guerreiro
Ronilço Guerreiro lança gibi e faz ação em alusão Dia Nacional de Combate à Dengue
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Todo penúltimo sábado do mês de novembro é comemorado o Dia Nacional de Combate à Dengue e o vereador Ronilço Guerreiro destaca a importância que todos precisam ter com os quintais, pois apesar da Pandemia da Covid 19 ter tomando conta do País e deixado milhares de mortes, os casos de Dengue não pararam e o cuidado precisa ser mantido.

Como forma de conscientização, a equipe do vereador criou um gibi que será entregue no próximo domingo durante o projeto ‘Domingo em Família’, nos altos da avenida Afonso Pena, a partir das 8h. “As pessoas aprendem de forma lúdica e preparamos um gibizinho especial e que atinge todos os públicos. Não podemos descuidar, pois a Dengue segue adoecendo as pessoas”, destacou o vereador.

Além da entrega do gibi sobre a Dengue, a Freguesia do Livro também estará no projeto distribuindo livros. “Temos visitado feiras em todos os bairros, estamos no centro e esse projeto Domingo em Família é muito legal, por isso fizemos questão de participar e levar livros para as pessoas, pois livros parados não contam história”, disse Guerreiro lembrando que as pessoas também podem levar livros e doar.

O Dia Nacional de Combate à Dengue  foi instituído pela Lei nº 12.235/2010  com o objetivo principal de mobilizar iniciativas do Poder Público e a participação da população para a realização de ações destinadas ao combate ao vetor da doença, por meio de campanhas educativas e de comunicação social.

Transmissão:

Após picar uma pessoa infectada com um dos quatro sorotipos do vírus, a fêmea do mosquito pode transmitir o vírus para outras pessoas. Há registro de transmissão por transfusão sanguínea.

Não há transmissão da mulher grávida para o feto, mas a infecção por dengue pode levar a mãe a abortar ou ter um parto prematuro, além do fato de que a gestante está mais suscetível a desenvolver o quadro grave da doença, que pode levar à morte.

Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém, em populações vulneráveis como crianças ou idosos com mais de 65 anos, o vírus da dengue pode interagir com doenças pré-existentes e levar ao quadro grave ou gerar maiores complicações nas condições clínicas de saúde da pessoa. O risco de gravidade e morte aumentam quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão, mesmo que tratadas.

A dengue é uma doença cujo período de maior transmissão coincide com o verão, devido aos fatores climáticos favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti em ambientes quentes e úmidos.

Sintomas:

A infecção por dengue pode ser assintomática, ter sintomas leves ou graves, podendo levar à morte. Normalmente, a primeira manifestação é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas vermelhas na pele.

– febre alta, maior que 38.5ºC;

– dores musculares intensas;

– dor ao movimentar os olhos;

– mal estar;

– falta de apetite;

– dor de cabeça;

– manchas vermelhas no corpo.

Na fase febril inicial da dengue, pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados, todos oferecidos de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sinais de alarme da dengue:

– dor abdominal intensa e contínua, ou dor à palpação do abdome;

– vômitos persistentes;

– acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, derrame pericárdico);

– sangramento de mucosa ou outra hemorragia;

– aumento progressivo do hematócrito;

– queda abrupta das plaquetas.

Tratamento:

Não existe tratamento específico para a dengue. Em caso de suspeita é fundamental procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico. O tratamento é feito de acordo com a avaliação do profissional de saúde, conforme cada caso, a fim de aliviar os sintomas. A assistência em saúde ao paciente inclui:

– fazer repouso;

– ingerir bastante líquido (água);

– não tomar medicamentos por conta própria;

– hidratação por via oral (ingestão de líquidos pela boca) ou por via intravenosa (com uso de soro, por exemplo);

No momento, só existe uma vacina contra dengue registrada no Brasil e ela está disponível apenas na rede privada. É usada em 3 doses no intervalo de 1 ano e, segundo instruções do fabricante, da OMS e da Anvisa, somente deve ser aplicada em pessoas que já tiveram pelo menos uma infecção por dengue.

Prevenção:

A melhor forma de prevenir a dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que pode se tornar possível criadouro, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

Medidas simples podem ser adotadas, como substituir a água dos pratos dos vasos de planta por areia; deixar a caixa d´água tampada; cobrir os grandes reservatórios de água, como as piscinas, e remover do ambiente todo material que possa acumular água.

Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.

Fonte:
Ministério da Saúde

Assessoria de Imprensa do Vereador

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