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29.08.2013 · Câmara Comunitária
Mesmo com frio, população comparece e faz reivindicações em Sessão Comunitária
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O frio que castigou os campo-grandenses na noite desta quarta-feira (28) não foi suficiente para espantar os moradores do Jardim Noroeste, na região leste de Campo Grande, que compareceram em peso em mais uma edição da Sessão Comunitária, realizada pela Câmara Municipal. O projeto, que tem como objetivo aproximar os vereadores da comunidade, levou pelo menos 200 pessoas para a Escola Municipal Professora Ione Catarina Igydio. Eles cobraram, principalmente, melhorias em infraestrutura, saúde, transporte e mais atenção aos jovens da região.
 
Primeiro a se pronunciar, o vice-presidente da Associação dos Moradores do Conjunto Leon Denizart Conte, Antônio Queiroz, solicitou uma unidade de saúde que funcione 24 horas por dia na região. Segundo ele, são cerca de 15 mil moradores que dependem de um único posto. Leize Silva, diretora do Grupo Escoteiro Mário Dílson, trabalho voluntário que atende 70 jovens aos sábados, reforçou o pedido do colega. “O posto mais próximo é o do bairro Tiradentes”, observou.
 
A diretora parabenizou os parlamentares pela sessão e pela proximidade com a comunidade local. Ela pediu ainda videomonitoramento em escolas e projetos voltados para a juventude local – segundo ela, são mais de quatro mil jovens no bairro e muitos deles ficam sem ocupação durante a semana. “O acesso às drogas hoje é muito fácil. Precisamos de monitoramento próximo às escolas, pois é ali que acontece o aliciamento. Além disso, não temos área de lazer”, pontuou.
 
Já o presidente da Associação dos Moradores do Conjunto Leon Denizart Conte, João Duarte, cobrou celeridade nas respostas das indicações. Segundo ele, os líderes comunitários fazem os pedidos de melhorias aos vereadores, que, por sua vez, encaminham ao Poder Executivo. No entanto, os presidentes dos bairros não recebem respostas. “Essas indicações demoram para serem respondidas e sempre cai nas costas dos presidentes de bairros. Sempre somos cobrados por isso. A Prefeitura tem que dar um parecer, falar como vai fazer, quando vai fazer e se vai fazer”, alfinetou.
 
Segundo o vereador Mario Cesar, presidente da Câmara Municipal, todas as reivindicações apresentadas serão transformadas em indicações, projetos, requerimentos e ofícios a serem encaminhados, em nome dos 29 vereadores, ao Poder Executivo para que sejam devidamente atendidas. “A gente ouve a sociedade e todas as indicações serão feitas. O Brasil acordou, nós entendemos isso e estamos aqui para ouvir e aprimorar nosso trabalho”, afirmou.
 
Em sua fala, a vice-presidente do Conselho Comunitário do Noroeste, Cícera da Silva Souza, cobrou mais asfalto e melhorias na infraestrutura da região. “Nosso bairro passa por sérios problemas, e precisamos do apoio dos vereadores. Vocês sabem e podem nos ajudar”, clamou. Segundo ela, existe uma necessidade de médicos no posto de saúde e de sinalização nas ruas do Noroeste. “Não adianta resolver o problema depois que alguém morrer”, disse.
 
Último a falar, o diretor da Escola Municipal Professora Ione Catarina Igydio, Juraci Félix da Rocha, também destacou a iniciativa dos vereadores e agradeceu a presença daqueles que saíram de suas casas para prestigiar a sessão. “Eu sinto prazer de trabalhar nessa escola, e o modo como cada um fez suas solicitações mostra o respeito que temos pelos vereadores. Quero muito agradecer aos que vieram”, finalizou.
 
Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
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