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20.02.2019 · Palavra Livre
Câmara convida secretário da Semadur para falar sobre controle de resíduos por meio eletrônico
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Na sessão de quinta-feira, 21, o secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luis Eduardo Costa vai fazer esclarecimentos sobre o Decreto Municipal nº 13.754, publicado em Diário oficial de 9 de janeiro deste ano, que dispõe sobre as normas gerais para cadastramento e emissão de controle de transporte e resíduos por meio eletrônico (E-CTR), entre outras providências.

O convite para que o secretário use a tribuna da Câmara durante a sessão é do vereador Eduardo Romero (Rede) e terá ainda a participação do diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno. Também fará uso da tribuna durante a sessão um representante do segmento de coleta e transporte de resíduos.

O decreto traz uma série de normas para que a atividade de coleta, transporte e destinação de resíduos sólidos seja monitorada por meio eletrônico em Campo Grande, inclusive quem não se adaptar terá seus cadastros suspensos impedindo que o transportador de resíduos de construção civil e resíduos volumosos desempenhe suas atividades.

Depois que o decreto foi publicado, empresários do ramo de caçambas e clientes como pequenos construtores fizeram uma série de indagações quanto às regras e pediram e prazos. O titular da Semadur explica que 2019 é um ano transitório de implantação do sistema, mas que depois que estiver todo implantado será muito positivo para cidade.

Luis Eduardo Costa explicou ao vereador Eduardo Romero, que é vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara que o município ‘não colocou um centavo sequer para desenvolver o sistema eletrônico. Firmou parcerias com a iniciativa privada’.

O secretário pontua que a ferramenta vai auxiliar na fiscalização, com tecnologia a serviço da população, com regramento.  Quem já faz de forma correta não vai sentir muita diferença. Quem não percebe o coletivo e só pensa na rentabilidade, a fiscalização vai atuar com firmeza’, garante.

Com o software, a Semadur garante que o poder público terá números e com eles fará uma série de compilados sobre quantas toneladas/mês e pensar em reengenharias, por exemplo.

Eduardo Romero ressalta que um dos maiores desafios das cidades, e Campo Grande não foge à regra, é a questão dos resíduos sólidos. ‘Quanto se fala de resíduos sólidos, estamos discutindo o meio em que vivemos, sobre saúde, economia. Uma situação que impacta a cidade e que precisa ter a tecnologia a serviço. Por isso, convidamos a Semadur e Agetran para detalhamento deste decreto que está em vigor. Acredito que representantes ligados a este serviço estejam na Câmara também para apresentar sugestões’, diz.

Assessoria de Imprensa

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