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10.10.2017 · Vereador Carlão
Vereador Carlão ressalta necessidade de investimentos na qualidade do transporte coletivo

Sobre a questão da mobilidade urbana, tema debatido durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB), afirmou ao diretor presidente da Assetur (Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano), João Rezende Filho, que é preciso realizar investimentos na qualidade dos serviços oferecidos aos usuários do transporte coletivo. Para Carlão o foco da Assetur precisa ser o passageiro, com terminais e frota mais seguros, limpos e confortáveis.

“Investimentos na estrutura para que o usuário desfrute de um maior bem estar, são medidas de incentivo para que a população faça cada vez mais uso do transporte público. Mas no Brasil vivemos um processo inverso, o governo federal tem feito grandes investimentos e incentivos no transporte individual, onerando o coletivo. Por isso cada vez menos usuários do transporte coletivo”, ponderou Carlão.

Ele ressaltou que a Câmara estará sempre alerta na fiscalização dos serviços oferecidos aos usuários e que se o Consórcio cometer algum tipo de injustiça, como aumento abusivo da tarifa os vereadores estarão atentos para lutar contra.

Segundo João Rezende Filho, em abril deste ano foi concedido isenção de ISS para a concessionária com uma contrapartida que previa reforma dos nove terminais de ônibus e instalação de 100 pontos cobertos. "O consórcio se comprometeu e cumpriu, programamos ações nos terminais, reformamos banheiro e bebedouros, trocamos as lâmpadas por lâmpadas de LED, reparamos calhas, 100 pontos de ônibus foram instalados, mas infelizmente presenciamos no mesmo dia que realizamos uma reforma no banheiro a depredação e pichação. Esses recursos aplicados precisam ter duração”, ponderou.

De acordo com João, o transporte público está muito longe de atender a expectativa do cliente, "nós precisamos eliminar o preconceito que o transporte coletivo é deficiente, mas ele está muito longe de atender a expectativa do nosso cliente, principalmente hoje que vendemos tempo, o transporte está andando na contramão, imagina um ônibus medindo 21 metros de comprimento, disputando espaço com caçambas, automóveis, ciclistas, dentro de uma faixa que não cabe o ônibus, temos muito  o que trabalhar. Nós, concessionária, prestadora de um serviço público, somos considerados funcionários públicos, temos obrigação em trabalhar pelo melhor serviço e menor custo à população. A concessionária tem interesse na renovação da concessão, principalmente, para proporcionar o melhor custo na tarifa para o usuário”, esclareceu.

Janaina Gaspar 
Assessoria de Imprensa do Vereador

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