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Em 1899, a Gazeta Oficial de Mato Grosso publicou o decreto de emancipação da Vila de Santo Antônio de Campo Grande, assinado pelo Cel. Antônio Pedro Alves de Barros, presidente do Estado. Nasceu assim, uma futura capital, de braços abertos a todos que chegavam.

A prefeitura funcionou na casa do intendente eleito, Francisco Mestre, e não tinha funcionários. Os vereadores só tomaram posse em 1905, e reuniam-se na casa do presidente Jerônimo José de Sant’Anna. Só em 1910, 11 anos depois da emancipação, foi construído o primeiro prédio público de Campo Grande.

A construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, pelo Governo Federal, trouxe grande progresso, empregos e importância política. Em 1914, com a conclusão da ferrovia, a cidade tomou um grande impulso no campo político e os vereadores passaram a ter importância decisiva nos fatos.

Campo Grande só passaria ao status de Capital no ano de 1978, com Antonio Coimbra Filho se tornando o presidente da 1ª Legislatura da Câmara Municipal elevada a categoria de Capital, em 1979.

Nesses mais de 100 anos de história, a Câmara Municipal reuniu grandes personalidades, que sempre lutaram em prol do bem-estar e da qualidade de vida da população, pensando no melhor para a sociedade campo-grandense.

ATIVIDADE
LEGISLATIVA

1ª LEGISLATURA · (1903-1905)
Ao contrário de Cuiabá, Capital do então Mato Grosso, com mais de cem anos de tradição política, a vila de Campo Grande iniciava sua vida de organização administrativa. Os vereadores e suplentes da vila de Campo grande são eleitos em 2 de novembro de 1902, mas somente tomam posse em 23 de janeiro de 1905. Sem condições de trabalho, sem prédio próprio e com força mandatária dos comerciantes mais influentes, pouco é realizado. Um dos destaques desse período é a apresentação do Código de Posturas Municipal, onde se destaca a preocupação em coibir a violência na cidade e arredores. A maioria das mortes no período era classificada como “doença da terra – calibre 44”. Os crimes ficavam impunes, reinando a lei do “revólver na cintura”. Outro projeto que chama a atenção é o que proibia manifestações afro-brasileiras.
Vereadores e Suplentes:
Jerônimo José de Sant’Anna – Presidente
João Corrêa Leite – Vice-presidente
Manoel Ignácio de Souza
João Antunes da Silva
José Vieira Damas